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domingo, 5 de junho de 2011

Neruda pode ter sido assassinado por ser comunista

Do tijolaço.


Segundo o jornal chileno La Nación, o juiz Mario Carroza acolheu a ação que o Partido Comunista Chileno apresentou, pedindo que se investigue a possibilidade de Pablo Neruda ter sido assassinado pelo governo militar chileno, como denunciou, há poucos dias, o seu ex-secretário Manuel Arraya.
Neruda, que sofria há meses de um câncer, foi expulso de casa e internado em uma clínica logo após o golpe militar de 11 de setembro de 1973. A embaixada do México estava preparada para levá-lo para o exílio quando, no dia 23 daquele mês, o poeta morreu.
O então embaixador mexicano no Chile, Gonzalo Martinez, apoiou a abertura do inquérito e disse que, se fosse chileno, ele mesmo moveria o processo. Gonzalo foi uma das últimas pessoas a ver Neruda vivo e disse que, ao contrário do que registra seu atestado de óbito, o poeta chileno estava perfeitamente lúcido na véspera de sua morte.

Guernica, um visão em 3D do horror da guerra

Do tijolaço.


No dia 4 de junho de 1937, Pablo Picasso terminava a obra que, tragicamente, se tornou sua pintura mais conhecida. O bombardeio de Guernica, pelos aviões  Stuka da aviação nazista, em apoio aos franquistas que derrubaram a república Espanhola, ocorrida pouco mais de um mês antes, em 26 de Abril de 1937.
Lena Gieseke,uma artista nova iorquina que trabalha com computação em 3D, fez uma versão em 3D em forma de vídeo, que permite que nós tenhamos uma versão dramática e superimpressionante da obra de Picasso, que vi no site Há Vida em Letras e resolvi trazer para vocês.

quinta-feira, 2 de junho de 2011

O Mc Donald's e a feijoada

Do vi o mundo.
Aos que param a leitura já na manchete, alerto que é sarcarsmo.


O Ministério da Saúde adverte: McDonald’s é melhor que feijoada

Senhor Ministro Alexandre Rocha Santos Padilha, acabamos de tomar conhecimento do envolvimento do Ministério da Saúde em campanha publicitária da rede de lanchonetes da empresa McDonald’s no Brasil.
A nosso ver, este envolvimento não se coaduna com o histórico do Ministério da Saúde na promoção da segurança alimentar e nutricional da população brasileira e com a elogiável prioridade que sua gestão tem consignado para a promoção da alimentação saudável e para o controle das doenças crônicas não transmissíveis.
A campanha da rede McDonald’s, à semelhança de outras estratégias de marketing empregadas pela mesma empresa, é extremamente nociva, em particular para crianças e adolescentes, que são o público alvo daquela rede.
Estamos nos referindo especificamente ao uso nas lojas da rede McDonald’s de toalhas de bandeja que reproduzem, lado a lado, material educativo elaborado pelo Ministério da Saúde e publicidade dos produtos comercializados pela rede.
Como o senhor poderá facilmente verificar, em um dos lados da toalha há mensagens que exaltam a importância para a saúde da prática de atividade física, da ingestão de água, do sono, da proteção contra a exposição excessiva ao sol e da alimentação saudável. Junto a essas mensagens, são mostrados o símbolo da empresa e seu slogan ‘amo muito tudo isso’, o website e o Disque-Saúde do Ministério da Saúde e a referência ao Ministério como fonte das mensagens educativas.
No verso da toalha, há a reprodução do cardápio dos produtos oferecidos pela rede – sanduíches, batatas fritas, saladas, molhos, bebidas e sobremesas – com informações (em letras miúdas) sobre sua composição nutricional. Essas informações são encimadas pela frase ‘Veja aqui os componentes nutricionais da sua refeição’. Abaixo do cardápio, há um quadro com o título: ‘Veja algumas informações nutricionais interessantes’.
Neste quadro apresenta-se a composição nutricional do que, para a rede McDonald’s, seriam ‘outros alimentos do seu dia a dia’. Esses alimentos incluem ‘coxinha’, ‘empadinha’, ‘pastel’, ‘pizza’ e ‘feijoada tradicional’.
É ocioso notar que o objetivo dessa campanha da rede McDonald’s é associar o consumo dos produtos que ela comercializa a comportamentos saudáveis e a induzir o consumidor a pensar que esses produtos deveriam ou poderiam ser consumidos frequentemente (‘alimentos do dia a dia’) e a negar que eles pudessem ser menos saudáveis do que alimentos tradicionais da dieta brasileira.
Ainda mais ociosa é a constatação de que a inscrição dos símbolos do Ministério da Saúde no material publicitário da empresa legitima a campanha e aumenta em muito sua eficácia.
Senhor Ministro, a própria composição nutricional do cardápio da rede Mcdonald’s, descrita nas toalhas, revela quão enganosa é esta campanha publicitária. Por exemplo, a ingestão de um Big Mac (que não é o maior dos sanduíches oferecidos no cardápio) acompanhada de uma porção média de batatas fritas, de um copo médio de refrigerante e de uma porção pequena do sorvete com calda da rede fornece dois terços do total de calorias que um adulto poderia consumir ao longo de todo o dia e praticamente todas as calorias diárias necessárias para uma criança.
Se a opção for pelo sanduíche Big Tasty e por porções grandes dos acompanhamentos e sobremesa, as calorias ingeridas em uma única refeição alcançam o limite superior estabelecido para um adulto em todas as refeições do dia. A situação fica ainda mais grave se o cálculo da composição nutricional envolver a ingestão de nutrientes que aumentam o risco de doenças cardiovasculares, diabetes e outras graves doenças crônicas. Por exemplo, o consumo de um único Big Tasty corresponde, segundo recomendações da Organização Mundial de Saúde adotadas pela ANVISA, a 63% de todo o sódio que o indivíduo poderia ingerir por dia e a 109% da ingestão diária máxima de gorduras saturadas.
Como certamente é do seu conhecimento, as pesquisas de orçamentos familiares do IBGE vêm mostrando que alimentos tradicionais e saudáveis da dieta brasileira, como a mistura arroz e feijão, vem sendo crescentemente substituídos por bebidas e alimentos ultra-processados, que são densamente calóricos e têm conteúdo excessivo de gordura saturada, açúcar e sódio como a imensa maioria dos produtos comercializados pela rede McDonald’s.
Senhor Ministro, essas mudanças no padrão alimentar da população brasileira colocam em risco importantes avanços obtidos pela Saúde Pública brasileira nas últimas décadas. O aumento epidêmico da obesidade é a expressão mais dramática das consequências do crescimento do consumo de alimentos ultra-processados. Na mais recente pesquisa do IBGE, realizada em 2008-2009 com a colaboração do Ministério da Saúde, constatou-se que apresentavam peso excessivo metade dos adultos brasileiros, um em cada cinco adolescentes e uma em cada três crianças de 5 a 9 anos de idade. Dados do sistema VIGITEL, operado pelo próprio Ministério da Saúde nas capitais de todos estados brasileiros e no Distrito Federal, indicam que, se nada for feito, em cerca de doze anos alcançaremos a situação calamitosa enfrentada pelos Estados Unidos, onde dois terços da população adulta têm excesso de peso.
Senhor Ministro, diante dos fatos brevemente relatados nesta carta e conhecedores do seu compromisso com a Saúde Pública, pedimos-lhe que ordene a imediata desvinculação das marcas, programas e imagem do Ministério da Saúde do Brasil da marca, produtos e campanhas da empresa McDonald’s.
30 de Maio de 2011
Carlos Augusto Monteiro
Professor Titular da Universidade de São Paulo e Membro da Academia Brasileira de Ciências
César Gomes Victora
Professor Emérito da Universidade Federal de Pelotas e membro da Academia Brasileira de Ciências
Malaquias Batista Filho
Professor Emérito da Universidade Federal de Pernambuco e Membro do Conselho de Segurança Alimentar e Nutricional (CONSEA)
PS do Viomundo: Depois que o Ministério da Cultura “apresentou” o Disney on Ice, aparentemente às custas de renúncia fiscal, ou seja, de dinheiro público, nada mais nos espanta!

Fórum Jovens Arquitetos da América Latina - Começa dia 8!

Do blog IAB-CE Virtual.


Fortaleza será sede do Fórum Jovens Arquitetos da América Latina



O evento destaca a nova geração de arquitetos que trabalha com técnicas construtivas de forma mais racional, econômica e criativa.

O Fórum, destinado a engenheiros, profissionais e estudantes da área, além de interessados em geral, terá participação especial do arquiteto cearense Fausto Nilo, que, no dia 10, apresentará o Projeto de Reordenamento da Av. Beira-Mar, em Fortaleza.

Profissionais reconhecidos por sua produção arquitetônica irão apresentar projetos e obras desenvolvidos numa perspectiva sustentável, respeitando as questões sociais, econômicas, geográficas e urbanas. Estão confirmadas participações de escritórios de arquitetura do Chile, Uruguai, Colômbia, Argentina e Equador, além de grupos de Porto Alegre, Belo Horizonte, São Paulo, Paraíba e Ceará.

 Entre os demais temas que serão discutidos, estão a participação democrática dos arquitetos em projetos realizados nas grandes cidades e a demanda de obras gerada pela Copa do Mundo em 2014.

 O evento, que será realizado na Fábrica de Negócios, Hotel Praia Centro (Av. Monsenhor Tabosa, 740), recebe inscrições através do site do Fórum. Outras informações podem ser obtidas através dos telefones (85) 3261.1111 e 3215.4564.

 O Fórum Jovens Arquitetos Latino-Americanos 2011 é promovido pela Associação Técnico-Científica Engenheiro Paulo de Frontin (Fundação ASTEF), com apoio do Instituto dos Arquitetos do Brasil (IAB-CE).
 Fonte: Comissão Organizadora do Fórum Jovens Arquitetos Latino-Americanos 2011 - (fone: 85 3215 4564)



Serviço
Inscrições pelo site: www.fjal.com.br
Telefones: (85) 3261.1111 e 3215.4564
FONTE: UFC

Um seriado de ficção científica brasileiro que pode revolucionar a tevê: “3%

Do Contraversão.
Gostei das influências que os caras tiveram.


Um seriado de ficção científica brasileiro que pode revolucionar a tevê: “3%”

Fui realmente surpreendido ao abrir um e-mail que os criadores da série “3%” me enviaram. Não só era um seriado de ficção científica brasileiro de excelente qualidade, como prometia ser um marco do gênero. O problema é que só tiveram verba para fazer o piloto, que você pode ver nas três partes abaixo.
O seriado de tevê “3%” mostra um futuro alternativo em que, ao completarem 20 anos, os jovens precisam passar por um teste. Apenas os aprovados poderão viver do outro lado e serem parte da elite dominadora, enquanto os outros continuam morando em um mundo de miséria e desolação. Somente 3% dos candidatos são aprovados. Isso te lembra alguma coisa? 

Essa premissa de divisão de classes elevada a enésima potência está presente em grandes clássicos, como os livros “1984” de George Orwell e “Admirável Mundo Novo” deAldous Huxley. A cenografia e o figurino da série são uma versão cinza do clássico filme“THX 1138”, o primeiro de George Lucas (aquele mesmo de “Star Wars”).
Mas a grande referência do roteiro é da obra máxima da burrice burocrática: “O Processo”de Franz Kafka. Certos diálogos parecem ter sido extraídos diretamente das sufocantes páginas desse grande clássico da literatura. Posso ver o sistema alienado pela própria existência e o humor sádico típicos das narrativas kafkianas.
Adoro essa sensação que amplificar problemas claustrofóbicos da sociedade nos ajudam a perceber as falhas do ser humano. No caso de “3%”, fica muito explicita a crueldade do processo seletivo dos vestibulares brasileiros. Muitos acabam sendo prejudicados para que poucos tenham a oportunidade de um futuro melhor (pelo menos na teoria).
Mandei algumas perguntas para a equipe do seriado que respondeu rapidamente e me deixou ainda mais com vontade de ver mais episódios. Dá uma sacada como foi esse bate papo:
Como surgiu o projeto de “3%”? 
Pedro Aguilera criou a ideia a partir do briefing do edital FICTV. Desenvolvemos juntos o projeto, que foi para a comissão e acabou selecionado para a etapa de desenvolvimento do piloto. Na época, não ganhamos o desenvolvimento da série, mas agora aprimoramos o projeto para negociar com as TVs. 
Quais foram as referências para construir o universo misantropo de “3%”? 
O criador e roteirista da série foi bastante influenciado por distopias, como ”1984” e “Admirável Mundo Novo” na criação da série. Nós, diretores, pensamos em referências como o próprio filme do “1984”, o ”O Processo” de Orson Welles, “Metropolis”, “A Experiência” (Das Experiment), “Edukators” e “Quero Ser John Malkovitch”. O seriado “Lost” é uma referência importante na criação de clima e suspense. Quanto a leituras, pesquisamos sobre “panóptico” de Foulcault e o “Experimento da Prisão de Stanford”. Para leituras de direção nos concentramos no “Fazendo Filmes” (Sidney Lumet) e “Directing” (Michael Rabiger). 
Uma das coisas que mais me chamaram a atenção foi a escolha do elenco, que parece estar muito bem afinado. Quem fez esse trabalho? Sabem alguma coisa sobre o currículo desses atores? 
Realmente, nós adoramos o elenco. A produtora de elenco, Patricia Faria fez um ótimo trabalho no casting. Procuramos por atores capazes de segurar uma série inteira, que têm cenas com emoções dos mais diversos tipos. Além, é claro, de trazerem muita verdade e serem muito carismáticos. O trabalho com o preparador de atores Roberto Audio nos ajudou a aprofundar na vida, no modo de pensar, nos sentimentos desses personagens. A maioria dos atores são do teatro paulista, com grande experiência nos palcos, como por exemplo o pessoal do Vertigem, que inclui o próprio Roberto Audio, a Luciana Schwinden e o Marçal Costa, e do Jogando no Quintal, o Cesar Gouvea. O elenco jovem é encabeçado por Julia Ianina, Rita Batata, José Geraldo Rodrigues, ambos que já trabalharam, além do teatro, em muitos curtas e longas metragens, e Thiago Balieiro, cuja estreia para as câmeras aconteceu com o “3%”.   
Fazer cinema ou tevê no Brasil é mais um exercício de política do que de mercado. Vocês foram favorecidos por alguma das leis de incentivo? O que acham delas? 
Através do edital FICTV tivemos o investimento para a realização do piloto e desenvolvimento da “bíblia” (argumentos de todos os episódios da primeira temporada, textos conceituais e alguns roteiros) do projeto. Achamos as leis de incentivo importantes para dar vida ao mercado audiovisual, que ainda é frágil, mas tem enorme potencial de desenvolvimento. 
Por que a cultura brasileira como um todo tem dificuldade de produzir ficção científica? Vejo isso na literatura, quadrinhos, cinema e agora TV! 
Talvez esteja relacionado à dificuldade técnica de se fazer esse tipo de filme. Especialmente no passado, quando se exigia altíssimos investimentos. Então não se criou uma cultura de ficção científica. Hoje em dia, com os recursos digitais mais e mais acessíveis é possível fazer efeitos com os restritos orçamentos do nosso mercado audiovisual. Mais e mais novos gêneros serão explorados conforme se desenvolve nosso mercado. A gente gosta de ficção científica, assim como gosta de muitos outros gêneros. Fazer uma série desse gênero, criando um universo particular, foi a melhor forma que encontramos de falar sobre a realidade dos jovens do nosso país. 
Apesar de não falar diretamente disso, a série é uma dura crítica aos vestibulares. Por que eles são um problema e como poderia ser substituídos? 
Originalmente a série foi concebida para se pensar sobre a entrada de jovens de classes C, D e E no mercado de trabalho. Assim, ela não se limita a uma forma de seleção dura como vestibular, mas às inúmeras etapas de seleção social que existem na nossa sociedade.  Pensamos em fazer um conceito universal, que poderia ser interpretado como diferentes ritos de passagem: passagem para a vida adulta, entrada no mercado de trabalho, vestibular, mudança de vida… É interessante notar o retorno das pessoas em relação a isso. Cada uma identifica no “3%” um obstáculo diferente, geralmente ligado a algo que viveu. Isso é muito gratificante porque percebemos que estamos conseguindo nos comunicar com os espectadores, que eles se identificam, que a série mexe com eles de alguma forma. O problema é realmente maior que o vestibular, é toda uma estrutura social cujas engrenagens estão tão encaixadas que fica difícil até mesmo apontar alternativas para a inclusão. Não somos especialistas nos problemas sociais do Brasil, apenas sabemos que há muita injustiça. Somos cidadãos mas somos também cineastas. A nossa forma de fazer alguma coisa para melhorar essa questão foi tentar fazer uma obra audiovisual que ao menos incentivasse as pessoas a identificarem a crueldade dessas estruturas e iniciarem algum tipo de reflexão. Estamos muito longe de saber a solução, mas sabemos que ignorar o problema é o pior a se fazer.    
Dá pra perceber uma forte influência de filmes claustrofóbicos, como “O Cubo”, “Eden Log” e “1984”. O que acham desse tipo de cinema? 
Eles criam um fascínio de um tipo de sociedade que não foi a nossa, mas poderia ser. Fazem pensar sobre nossa própria sociedade, as injustiças da organização social e como ser um indivíduo nesse meio. Como deixar aflorar a humanidade nesses ambientes inóspitos e ultra-controlados. 
O que podemos esperar dos próximos episódios?
Que o universo de “3%” é mais complexo que aparenta. E que conhecer os protagonistas vai ser uma experiência intensa, especial, já que eles terão que se superar nesse ambiente tão duro.  
Vocês têm medo de nunca terminar de filmar essa história? O que fariam?
Temos muito mais esperança que medo. Os produtores da Nation Filmes estão nos apoiando e correndo atrás de canais de TV interessados. Vencemos o Festival Internacional de TV no Rio de Janeiro em 2010 e vamos ao Festival de TV de Nova York no segundo semestre. Então o projeto ainda tem boa visibilidade. A recepção na internet está nos deixando muito feliz. Estamos esperançosos que conseguiremos o financiamento de alguma rede de TV para os próximos 12 episódios dessa primeira temporada. 
Se um possível patrocinador estiver lendo essa entrevista, que mensagem você deixaria para ele?
Que acreditamos muito no projeto, que a recepção na internet está sendo ótima e que tem muita coisa legal pra acontecer na primeira temporada do “3%”. A produção independente no Brasil, aquela que não é produzida por nenhuma emissora de televisão, se realiza por leis de incentivo fiscal, em que o investidor muitas vezes não precisa por dinheiro do bolso para patrocinar o projeto. Então quem gostou do piloto, pode entrar em contato com nossos produtores (Nation Filmes 11 21643469, http://www.nationfilmes.com/), e a gente explica com o maior prazer como você pode patrocinar nossa série, através de incentivo fiscal.

Não foi a primeira vez que um bom projeto me procura pedindo ajuda para conseguir patrocínio e ser concluído. Por isso, peço aos fãs de ficção científica e seriados pra darem uma força divulgando esse post!