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terça-feira, 14 de junho de 2011

A incrível resposta da Anonymous para a Otan

Do Updateordie.
A próxima guerra não será televisionada...



A incrível resposta da Anonymous

para a Otan


por Bruno Scartozzoni
Recentemente a OTAN declarou que os hackerativistas do Anonymous eram uma ameaça para a sociedade, citando casos como, por exemplo, quando eles atacaram os sistemas das empresas que entraram no boicote contra o Wikileaks.
A Anonymous respondeu da melhor forma possível, com a fantástica carta aberta que você lê logo abaixo. Como diz o Brunno Apolonio, que deu a dica desse post, as próximas gerações vão estudar esse documento na aula de História. Mas melhor do que explicar é ler. Vale o investimento de tempo.
Saudações, amigos da Otan. Nós somos a Anonymous (*)
Em uma recente publicação, vocês destacaram o Anonymous como ameaça ao ‘governo e ao povo’. Vocês também alegaram que sigilo é ‘um mal necessário’ e que transparência nem sempre é o caminho certo a seguir.
O Anonymous gostaria de lembrá-los que o governo e o povo são, ao contrário do que dizem os supostos fundamentos da ‘democracia’, entidades distintas com objetivos e desejos conflitantes, às vezes. A posição do Anonymous é a de que, quando há um conflito de interesses entre o governo e as pessoas, é a vontade do povo que deve prevalecer.  A única ameaça que a transparência oferece aos governos é a ameaça da capacidade de os governos agirem de uma forma que as pessoas discordariam, sem ter que arcar com as consequências democráticas e a responsabilização por tal comportamento.
Seu próprio relatório cita um perfeito exemplo disso, o ataque do Anonymous à HBGary (empresa de tecnologia ligada ao governo norte-americano). Se a HBGary estava agindo em nome da segurança ou do ganho militar é irrelevante – suas ações foram ilegais e moralmente repreensíveis. O Anonymous não aceita que o governo e/ou  os militares tenham o direito de estar acima da lei e de usar o falso clichê da ‘segurança nacional’ para justificar atividades ilegais e enganosas. Se o governo deve quebrar as leis, ele deve também estar disposto a aceitar as consequências democráticas disso nas urnas. Nós não aceitamos o atual status quo em que um governo pode contar uma história para o povo e outra em particular. Desonestidade e sigilo comprometem completamente o conceito de auto governo. Como as pessoas podem julgar em quem votar se elas não estiverem completamente conscientes de quais políticas os políticos estão realmente seguindo?
Quando um governo é eleito, ele se diz ‘representante’ da nação que governa. Isso significa, essencialmente, que as ações de um governo não são as ações das pessoas do governo, mas que são ações tomadas em nome de cada cidadão daquele país. É inaceitável uma situação em que as pessoas estão, em muitos casos, totalmente não cientes do que está sendo dito e feito em seu nome – por trás de portas fechadas.
Anonymous e Wikileaks são entidades distintas. As ações do Anonymous não tiveram ajuda nem foram requisitadas pelo WikiLeaks. No entanto, Anonymous e WikiLeaks compartilham um atributo comum: eles não são uma ameaça a organização alguma – a menos que tal organização esteja fazendo alguma coisa errada e tentando fugir dela.
Nós não desejamos ameaçar o jeito de viver de ninguém. Nós não desejamos ditar nada a ninguém. Nós não desejamos aterrorizar qualquer nação.
Nós apenas queremos tirar o poder investido e dá-lo de volta ao povo – que, em uma democracia, nunca deveria ter perdido isso, em primeiro lugar.
O governo faz a lei. Isso não dá a eles o direito de violá-las. Se o governo não estava fazendo nada clandestinamente ou ilegal, não haveria nada ‘embaraçoso’ sobre as revelações do WikiLeaks, nem deveria haver um escândalo vindo da HBGary. Os escândalos resultantes não foram um resultado das revelações do Anonymous ou  do WikiLeaks, eles foram um resultado do conteúdo dessas revelações. E a responsabilidade pelo conteúdo deve recair somente na porta dos políticos que, como qualquer entidade corrupta, ingenuinamente acreditam que estão acima da lei e que não seriam pegos.
Muitos comentários do governo e das empresas estão sendo dedicados a “como eles podem evitar tais vazamentos no futuro”. Tais recomendações vão desde melhorar a segurança, até baixar os níveis de autorização de acesso a informações; desde de penas mais duras para os denunciantes, até a censura à imprensa.
Nossa mensagem é simples: não mintam para o povo e vocês não terão que se preocupar sobre suas mentiras serem expostas. Não façam acordos corruptos que vocês não terão que se preocupar sobre sua corrupção sendo desnudada. Não violem as regras e vocês não terão que se preocupar com os apuros que enfrentarão por causa disso.
Não tentem consertar suas duas caras escondendo uma delas. Em vez disso, tentem ter só um rosto – um honesto, aberto e democrático.
Vocês sabem que vocês não nos temem porque somos uma ameaça para a sociedade. Vocês nos temem porque nós somos uma ameaça à hierarquia estabelecida. O Anonymous vem provando nos últimos que uma hierarquia não é necessária para se atingir o progresso – talvez o que vocês realmente temam em nós seja a percepção de sua própria irrelevância em uma era em que a dependência em vocês foi superada. Seu verdadeiro terror não está em um coletivo de ativistas, mas no fato de que vocês e tudo aquilo que vocês defendem, pelas mudanças e pelo avanço da tecnologia, são, agora, necessidades excedentes.
Finalmente, não cometam o erro de desafiar o Anonymous. Não cometam o erro de acreditar que vocês podem cortar a cabeça de uma cobra decapitada. Se você corta uma cabeça da Hidra, dez outras cabeças irão crescer em seu lugar. Se você cortar um Anon, dez outros irão se juntar a nós  por pura raiva de vocês atropelarem que se coloca contra vocês.
Sua única chance de enfrentar o movimento que une todos nós é aceitá-lo. Esse não é mais o seu mundo. É nosso mundo – o mundo do povo.
Somos o Anonymous.
Somos uma legião.
Não perdoamos.
Não esquecemos.
Esperem por nós…
(*) nota do editor: aqui há um trocadilho com “nós somos anônimos”
tradução, exceto primeira linha, copiada do Link

segunda-feira, 9 de maio de 2011

rafinha bastos - exploração do preconceito

Do vi o mundo.
O explorador do preconceito em questão é rafinha bastos.
Tem gente que nem merece letras maiúsculas.


Eduardo Guimarães e a exploração comercial do preconceito

por Luiz Carlos Azenha
Recebo, por e-mail, um texto do Eduardo Guimarães no Blog da Cidadania. É um protesto contra um humorista que faz piada sobre deficientes físicos, orfãos  e vítimas de estupro. Seria, da parte do humorista, um protesto contra o politicamente correto. Ou oportunismo.
Escrevo seria porque, francamente, tenho tido pouquíssimo tempo para ver TV. Quando vejo é algum filme ou série da HBO.
Quando não estou gravando, minha rotina é muito parecida com a de muitos de vocês, leitores do blog. Duas vezes por dia, uma geral na blogosfera e nos portais. Quando leio um texto que comenta o que foi publicado em outra fonte, em geral vou buscar a fonte primária.
Depois tem a interminável fila de livros (ganhei de presente, recentemente, o Moby Dick em áudio e estou surpreso: como é bom ouvir um livro. Para não falar nas excelentes novelas de rádio da BBC sobre os clássicos).
Em resumo, acabou o dia. Por não ter visto, portanto, é complicado comentar.
Humor é humor. Por mais que nos desgoste.
De qualquer forma, o tipo de humor comentado por Eduardo Guimarães não é exatamente novo. Como, aliás, pouquíssimo do que vemos na TV brasileira é original. Nos primórdios do programa do Jô, ainda no SBT, ele colocava uma caneca sobre a mesa do entrevistador.
Tinha gente que se perguntava: que diabos faz aquela caneca lá? Não somos exatamente o país do chá. E água bebemos no copo. Se fosse para o cafezinho, ficaria melhor a xícara, não acham?
Ah, mas a caneca era marca registrada do Johnny Carson, que ainda estava na ativa na TV dos Estados Unidos. Americano toma café ou chá numa caneca daquele tipo.
Carson também dialogava com a banda e tinha um sidekick, o Ed, encarregado de levantar a bola para as piadas.
O stand up cômico, que se tornou febre no Brasil, também é importado dos Estados Unidos. Woody Allen começou a carreira assim. Com classe, lógico. Como judeu, ele podia brincar com a extraordinária atenção dada aos filhos pelas mães judias (ele diria obsessão), por exemplo.
Mais tarde, lá pelos anos 80, tivemos o tempo dos shock jocks como Howard Stern, que driblava as rígidas normas da Federal Communications Comission (FCC), produzia punições para as emissoras que transmitiam o programa dele e, com isso, garantia publicidade. Mais tarde, Stern tornou-se um luxo, a ser consumido apenas pelos nichos do mercado. Hoje, se não me engano, só é reproduzido em emissoras de rádio por assinatura.
E tivemos, também nos Estados Unidos, os abertamente escatológicos, como Andrew Dice Clay, que já decadente produziu uma “cena” famosíssima na CNN, durante uma entrevista que durou alguns segundos. Ele respondeu à primeira pergunta ofendendo o entrevistador.
No caso de Clay, tudo para aparecer e vender.
Clay não era exatamente o problema. O problema era a existência de uma sociedade carregada de preconceitos contra as mulheres, os negros, os deficientes… Não fosse ele, outros teriam surgido para explorar comercialmente o preconceito.
Portanto, não há exatamente novidade se vemos o padrão repetido no Brasil. Aliás, a tendência é piorar, com o surgimento de uma constelação de comediantes em busca de chocar o público a qualquer custo.
Com o You Tube e o Twitter, o choque tem um valor comercial cada vez maior. Tudo o que o choque precisa fazer é despertar os fantasmas que nos assombram. É um contato epidérmico, sem reflexão, que cabe perfeitamente em 120 caracteres, desde que haja gente disposta a recebê-lo do lado de lá.
Faz um tempo um leitor do Viomundo deixou uma mensagem no blog reclamando do tamanho dos textos publicados aqui. Dizia que éramos antiquados, que a “boa” agora eram os textos telegráficos.
Parte da mesma lógica: refletir já era. Não penso, logo existo.
PS do Viomundo: Por coincidência, o Stanley Burburinho envia um trecho de reportagem da revista Rolling Stones sobre o humorista. Frases: “Toda mulher que eu vejo na rua reclamando que foi estuprada é feia pra c……”  “Tá reclamando do quê? Deveria dar graças a Deus. Isso pra você não foi um crime, e sim uma oportunidade.” “Homem que fez isso [estupro] não merece cadeia, merece um abraço.”

terça-feira, 3 de maio de 2011

Assange, do Wikileaks: Facebook pode espionar

Do tijolaço.


Do blog La Pupila Insomne ao qual cheguei pelo Maria da Penha Neles, indicado pelo twitter:
“O fundador do Wikileaks, Julian Assange, falando  das redes sociais em uma entrevista ao Rússia Hoje, disse que o facebook “a mais terrível máquina de espionagem já inventada”.
Assange  acreditarque o Facebook é uma enorme base de dados de nomes e registros de pessoas, voluntariamente mantida por seus usuários, mas desenvolvido pela inteligência dos EUA para seu uso.
“Todos devem compreender que, quando você adiciona amigos ao Facebook , você está fazendo o trabalho de graça para as agências de inteligência dos Estados Unidos, e criando esse  banco de dados para eles “, disse Assange.
Entretanto, Assange não afirma que o Facebook é realmente executado por agências de inteligência dos EUA, o fato de que tenhamo acesso aos seus registros é – a seu ver – suficientemente perigoso.
“Agora,o Facebook está a cargo da inteligência dos EUA? Não, não é. É simplesmente que a  inteligência dos EUA é capaz de impor a pressão jurídica e política sobre eles “, disse ele.
Assange também abordou a questão doas mensagens secretas do governo dos EUA publicadas pelo Wikileaks , argumentando que as que têm importância não foram publicados ainda.
“Só publicamos os que foram considerados secretos, classificados como confidencial. Nós não tivemos nenhum telegrama ultra-secreto. As coisas realmente constrangedoras, o que é realmente grave não está na nossa “coleção” para a publicação. Mas estão lá “, disse ele.
No final da entrevista, Assange destruiu a indústria da mídia, dizendo que ela distorce a realidade  para o público e que tem feito muito pouco para impedir as guerras e tirar os governos corruptos do poder. ”Realmente essa  é a minha opinião sobre os meios de comunicação, eles são tão ruins, que devemos nos perguntar se o mundo seria melhor sem eles completamente”, disse ele.”
O vídeo da entrevista de Assange está aqui, em inglês.

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

O twitter de Hugo Chavez, ou @chavezcandanga

Do vi o mundo.


Analisando o Twitter de Hugo Chavez. Presidente da Venezuela politiza o debate


Por @carineroos
Com as eleições de 2010 ficou evidente que a Internet aliada às redes sociais (Twitter, Orkut, Facebook, Youtube) e blogues conseguiu influenciar o jogo político pautando diversas vezes mídias tradicionais como TV, rádio e jornal e trazendo uma maior reflexão entre os internautas sobre seus candidatos, a ponto de alterar ou consolidar seu voto. Somente o Twitter alavancou mais de um bilhão de discussões sobre as eleições no primeiro turno no Brasil, o que demonstra a força que a ferramenta tem em influenciar o jogo eleitoral entre aqueles que utilizam essa rede social. Ao contrário de 2006, quando contávamos apenas com blogues, sites, Orkut, Youtube e uma parcela razoável da população incluída digitalmente, em 2010 esse cenário ampliou e podemos afirmar que a Internet hoje é um espaço a mais para a ação política. Não é a toa que Dilma, José Serra, Marina Silva e Plínio de Arruda estão presentes nas redes sociais especialmente no Twitter. Para termos ideia de como essa ferramenta hoje é essencial para a democracia, uma vez que o diálogo entre os cidadãos é imediato e as informações repassadas em primeira mão aos internautas, podemos analisar a performance do presidente da Venezuela, Hugo Chavez no Twitter a partir da ferramenta de monitoramento Tweet Level:

Atualmente o presidente Hugo Chavez conta com 937,348 seguidores, isto é, quase um milhão de pessoas acompanham as informações divulgadas em seu perfil o que demonstra um altíssimo nível de popularidade, 89,6%. Mas não basta as pessoas acompanharem o seu perfil, é necessário engajamento do presidente, ou seja, dialogar e interagir com o seu público, o que reflete em 63,7% de engajamento. A porcentagem é boa, mas poderia ser melhor. Já a influência de Chavez é elevada, isto é, as informações passadas pelo presidente não são só replicadas pelos internautas, mas também geradas discussões a partir das informações divulgadas em seu perfil. Já o nível de confiança no presidente é também bastante alto, 82,8%, isto é, Chavez apresenta credibilidade para seu público, as informações publicadas por ele, além de serem confiáveis são propagadas também pelos seus seguidores.
A partir desse cenário, podemos perceber o quão essencial é para o jogo democrático ter uma figura pública no Twitter. Com essa ferramenta boatos podem ser desmentidos e repassados em primeira mão para seu público, além do mais, cada informação divulgada por um perfil influente e que apresenta confiança, gera ondas na rede que são replicadas por vários internautas provocando discussões entre os mesmos. Não podemos esquecer também do diálogo constante desse perfil com o seu público que é o mais irreverente do Twitter.

terça-feira, 5 de outubro de 2010

A campanha de Dilma não soube lidar com a variável internet - venceram as boatarias

Do vi o mundo.


O mundo em rede é instantâneo; o PT, jurássico

por Luiz Carlos Azenha
Escrevi, muito antes da eleição brasileira, um artigo em que descrevia a campanha eleitoral dos Estados Unidos em 2008 — eu  morava em Washington, então.
Lá, a máquina de moer carne republicana fatiou Barack Obama com o objetivo de atender a preconceitos latentes nos eleitores estadunidenses:
1. Barack Obama, o muçulmano (cujo vice era satanista);
2. Barack Obama, que não nasceu nos Estados Unidos (“o búlgaro”);
3. Barack Obama, associado a um pastor “radical” (lutou contra o regime militar);
4. Barack Obama, o terrorista (recebeu em casa, uma vez, Bill Ayers, que havia integrado um grupo que jogou bombas no Pentágono e no Congresso);
5. Barack Hussein Obama, cujo sobrenome denotava submissão a bin Laden.
6. Barack Obama, que estudou em uma madrassa (a escola religiosa islâmica).
Pouco importava, então, se isso tinha ou não relação com a realidade.
O objetivo, como escrevi, era ter um boato, uma ilação, uma suposição para se encaixar em cada um dos preconceitos já existentes no eleitorado.
Não disseram que Obama era gay, mas disseram que ele apoiava o casamento gay.
Como a campanha de Obama enfrentou a onda de boatos, mentiras, ilações e suposições?
Montou um site na internet exclusivamente dedicado a combater os boatos. Quando o internauta desse um Google atrás da informação, tinha um contraponto à máquina republicana de moer carne.
Além disso, Obama montou uma força-tarefa de militantes virtuais e advogados exclusivamente dedicada a combater os boatos, tentar identificar a origem deles e ingressar na Justiça com as medidas cabíveis.
Por que?
Porque vivemos no mundo da informação instantânea. Porque vivemos no mundo em que aqueles que tem acesso às tecnologias da informação se transformaram em produtores e disseminadores de conteúdo, para o bem e para o mal.
Uma mentira disseminada na internet tem o potencial de se replicar N vezes antes que você seja capaz de articular uma resposta.
No dia do primeiro turno, assisti a um debate inócuo e cheio de lugares-comuns na Globonews. O objetivo do debate era óbvio: dizer que a TV era a grande formadora de opinião e que o papel da internet era ínfimo.
Bobagem. A disseminação de boatos a respeito de Dilma Rousseff pode ter tido um papel central no período que precedeu o primeiro turno.
E o PT com isso? E  a campanha de Dilma Rousseff com isso?
Nada.
O PT e a campanha de Dilma são jurássicos, quando se trata do uso da rede para combater a boataria.
O PT ainda é refém do ciclo de notícias dos jornais diários.
Aliás, o partido é fiador da mídia que investiu na destruição de seus candidatos.
Na campanha atual, de Dilma Rousseff, concedeu privilégios em três oportunidades a um repórter da TV Globo, que fez o perfil que estrelou o Jornal Nacional da véspera da eleição. O acesso a Dilma deu legitimidade ao perfil de Marina Silva, uma superprodução hollywodiana que estrelou o JN de sábado passado, com objetivos óbvios.
Aliás, no comício de encerramento da campanha de Dilma em Porto Alegre, um repórter da revista Veja teve acesso privilegiado ao palco.